29 de jun de 2008

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Independência

a vida vive sem mim
e eu morro sem ela.

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9 comentários:

Hanne Mendes disse...

Muito bem lembrado!

Beijo.

Sarah Vervloet. disse...

será?

hahaha...

gostei gostei.

Tá sumido rapaz!

Jorge Elias disse...

É isso meu amigo;
não chegará às nossas mãos nosso atestado de óbito.

Abraços,

Jorge

Rita Costa disse...

Gostei! Não só desse mas de todos que li.
Bacana seu blog. Parabéns pela arte!

Abraços...

Dauri Batisti disse...

É... A vida está em mim,
me atravessa e me deixa.

Débora Furieri disse...

E tem sentido, a vida?
Brincadeira. É claro que tem.
Um dia a gente descobre...

Vou te adicionar também.

Beijos.

Débora Furieri disse...

Pois é. Sempre acaba cedo demais.
:)
Beijos, Luiz!

Luis Eustáquio Soares disse...

salve, poeta,que que tudo é pouco, pouquíssimo, e só não é pouco o muito pouco que exala do pouco em si, que é muito, muitíssimo, o seu poema
saudações
luis da la mancha

Laila Có disse...

Grande verade essa.
E me parece qua algumas pessoas esquecem desse pequeno detelhe.