7 de abr de 2007

“Sossegue Carlos, o amor é isso que você está vendo”.



Acordei, ouvi Mozart, e coloquei um vídeo sobre Drummond.
Quer maneira melhor para se inspirar e escrever?
Pois te digo que até alguns minutos não tinha uma motivação tal qual recebi agora.
Aquela imagem meramente distorcida pela rede invadiu minha tela, quão boa foi a surpresa, quão ruim foi a distância. Quem inventou a distância realmente não conhecia a saudade.
Ao choque daquela visão, senti como agulhas tremendo em meu baixo ventre e, à medida que observava, algo frio e quente ia subindo até o coração e ali estacionava.
Enquanto teclávamos, ela sorria mostrando marfins que iluminavam toda escuridão de minhas retinas e me levavam à luz de seus olhos castanhos-escuros.
E seus lábios, ah! Finos, quentes, lúbricos e úmidos transformariam o ser mais taciturno deste mundo no mais bem-aventurado.
Agora ela se despede com dois pontos e um asterisco.
E fica na minha memória a lembrança de seus longos cabelos.

6 comentários:

Lucas disse...

Legais seus minicontos.
E valeu pelo somentário lá.
Té mais.

Anônimo disse...

ah. que gracinha!
brigada querido(a) ;)
gostei das suas palavras por aqui também. dançam bonito.
um beijo.

viviana disse...

Huhhahaha achei que tivesse falando de mim acredita??? rsrsrs
Lindo d++ não era não, mais sei que pensa muito mais a meu respeito.Bjooooooooo..belas palavras.

Carol Ornellas disse...

isso tbm é bom!!!

passarei sempre!!!

;**

cher disse...

Quem inventou a distância realmente não conhecia a saudade...


é...

a distancia sempre separando a gente...

espranho, eu sou blogger disso aqui e nao sabia...:S

laís disse...

que masssa esse texto
é a sua cara..
bjuuuuu